Dia dos namorados

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A versão mais conhecida sobre a origem do Dia dos Namorados vem da Roma antiga, no ano 498.

O imperador Cláudio II tinha proibido os casamentos durante as guerras, acreditando que solteiros eram melhores combatentes que casados.

Um padre chamado Valentim, lutando contra as ordens do imperador, continuou celebrando casamentos.

Além disso, Valentim também se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. Por ter se recusado a renunciar ao Cristianismo, ele foi condenado à morte.

Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sentença, Valentim se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes de partir, ele escreveu uma mensagem de adeus para ela, a qual assinava como “seu namorado”.

Outra versão diz que, no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois pelos Estados Unidos, tornando-se o Valentine’s Day.

No Brasil, a celebração do Dia dos Namorados surgiu em São Paulo em 1949 numa iniciativa da loja Exposição Clíper. O publicitário João Dória, presidente de uma das grandes agências de publicidade do mundo, foi quem teve a ideia de celebrar o Valentine’s Day no Brasil. Sua iniciativa foi apoiada pelos comerciantes paulistas. No entanto, eles propuseram trocar a data para junho, época de baixas vendas na cidade. O dia escolhido foi o dia 12 de junho por ser véspera de Santo Antônio, o santo casamenteiro.

(Texto adaptado. Fonte: Guia dos curiosos)

O berimbau

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Foto: guialencois.com

O berimbau, também conhecido como “berimbau de peito” em Portugal ou como “hungu” em Angola e em grande parte do continente africano, é um instrumento de corda de origem angolana.

Tudo indica que o instrumento tenha chegado ao Brasil por volta de 1538, junto com os primeiros escravos. Aqui, passou a ser identificado como elemento típico da capoeira.

O berimbau é um instrumento bastante sofisticado, que emite várias sonoridades. Para tocá-lo, o músico precisa dominar os seus sete componentes. Vejamos cada um deles a seguir.

Foto: candeiasequador.com

A baqueta – é uma vareta de madeira que tem entre 30 cm e 40 cm e é batida contra a corda para emitir o som.

O dobrão – Pode ser uma moeda ou uma pedra. O músico a segura entre o polegar e o indicador da mão esquerda e faz variar as notas emitidas pelo berimbau, dependendo da pressão que faz na corda.

A cabaça – é o fruto seco da cabaceira, árvore bastante comum no norte do Brasil, que tem o formato de uma cuia e funciona como caixa de ressonância.

A verga – é o arco que mede cerca de 1,60 m de comprimento e é feito normalmente com o caule de um arbusto chamado “biriba”.

A corda – é o fio de aço preso a cada ponta do arco.

A amarração da cabaça – é o barbante que prende a cabaça à verga e ajuda a passar para ela o som emitido pela corda.

O caxixi – é o pequeno chocalho (com pedrinhas, sementes ou búzios) que reforça a marcação do ritmo.

Foto: Wikipedia

As variações dos toques (ou ritmos) do berimbau são inúmeras. Assista ao vídeo a seguir e conheça algumas.

E então? Você gostou de conhecer um pouco mais deste instrumento tão típico no Brasil?

Continue nos acompanhando! 🙂

(Fontes: Wikipedia e http://www.mundoestranho.abril.com.br)