Olá!
Nosso post de hoje é especial para os hispanofalantes.
Oficina = estabelecimento comercial que se dedica à manutenção ou reparação de veículos.
Escritório = sala ou gabinete onde se escreve, se faz o expediente, se tratam negócios. 🙂
Belém é a capital do estado do Pará. A cidade é considerada uma das capitais com melhor qualidade de vida da região Norte.
A cidade foi fundada em 12 de janeiro de 1616. Em seus quase quatrocentos anos de história, Belém viveu momentos de plenitude, entre os quais o período áureo da borracha, no início do século XX. Nessa época, a cidade recebeu inúmeras famílias europeias que influenciaram muito a arquitetura das edificações locais, ficando conhecida como “Paris n’América”. Hoje, apesar de cosmopolita e moderna em vários aspectos, não perdeu o ar tradicional das fachadas dos casarões, das igrejas e capelas do período colonial.
Belém é uma capital rica em cores, cheiros e sabores, que podem ser percebidos em cada esquina: na gastronomia, nas mangas que caem, no folclore, nos sorvetes de frutas regionais…
No segundo domingo de outubro acontece o Círio de Nazaré, maior procissão católica do Brasil. É um fim de semana festivo em que Belém recebe milhões de fiéis que vêm de todos os lugares do país. 🙂
(Texto adaptado. Fonte: Wikipedia)
No post de hoje vamos falar sobre uma expressão bastante curiosa: “pinto no lixo”. O que significa?
“Pinto no lixo” significa “alegre”, “feliz”, “contente”, “radiante”.
Alguns exemplos:
O menino adorou a festa. Estava mais feliz do que pinto no lixo.
Paulo ganhou na loteria e está que nem pinto no lixo. Que nem = como.
O novo trabalho era tudo o que ele queria. Parecia pinto no lixo.
Agora, um trecho da Revista Língua Portuguesa para explicar melhor esta expressão:
“Assim o saudoso cantor Jamelão definiu o estado de espírito de Bill Clinton, então presidente dos EUA, ao visitar a Estação Primeira de Mangueira em 1997: — Estava contente como pinto no lixo -, tanto que ensaiou passos de samba com monumentais mulatas. A expressão traduz júbilo pessoal. “Aprovado no vestibular, ele até parece pinto no lixo, tamanha a sua alegria”. É que, realmente, ao remexer o dejeto do lixo, o pintinho se refestela entre todo tipo de imundícies de seu habitual convívio. O ser humano também comemora suas alegrias, mesmo as pequenas, como dizia Hermann Hesse. Mal comparando, transforma-se no pequeno galináceo que se delicia com o lixo que vai agradar seu paladar”. (Márcio Cotrim. Revista Língua Portuguesa. São Paulo(SP), ano 8, nº 93, Julho de 2013). 🙂